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Estêvão mal chegou a Inglaterra e já superou Gabriel Jesus

Estêvão foi o grande nome da vitória do Chelsea sobre o Liverpool, no fim de semana, pela Premier League. Com gol marcado nos acréscimos,…

Estêvão mal chegou a Inglaterra e já superou Gabriel Jesus

Créditos: Instagram/Estêvão

Estêvão foi o grande nome da vitória do Chelsea sobre o Liverpool, no fim de semana, pela Premier League. Com gol marcado nos acréscimos, o menino prodígio do Verdão garantiu a virada dos Blues e, de quebra, ultrapassou outra Cria da Academia: Gabriel Jesus.

O meia-atacante tomou o lugar do centroavante no ranking de brasileiros mais jovens a balançar a rede no Campeonato Inglês e agora é o segundo colocado. O camisa 41 foi ao barbante no Stamford Bridge com exatos 18 anos, cinco meses e 10 dias.

Jesus, agora terceiro colocado, fez seu primeiro gol com 19 anos, nove meses e 29 dias. Quem lidera a lista é o ex-lateral Rafael, que marcou pela primeira vez jogando pelo Manchester United, em 2008, quando tinha 18 anos, três meses e 30 dias.

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Apesar do pouco tempo de casa, a cria do Palestra está à vontade. Na partida contra o Liverpool, por exemplo, o garoto entrou e mudou o cenário do duelo. Antes mesmo de ir a rede, já tinha criado duas grandes chances: uma finalização perigosa e um passe na medida para o cabeceio de Enzo Fernández na trave.

Imprensa inglesa se rende a Estêvão

O bom começo de trajetória da cria do Verde no Chelsea tem deixado os ingleses encantados. Depois do jogo do fim de semana, The Guardian, The Telegraph e Daily Mail, três dos principais jornais do país, rasgaram elogios a ele.

Talvez o maior deles tenha sido feito pelo ex-jogador Pat Nevin, da BBC: “Um garoto de 18 anos, mas todo mundo quer passar a bola para ele sempre que a tem. Isso só mostra do que ele é capaz e o que ele está fazendo nos treinos. Ele vai ser especial”.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.