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Está destruindo em Portugal, mas não serve para o Palmeiras

Emprestado pelo Palmeiras, jogador está destruindo no futebol português e vive o melhor momento da carreira na terra de Abel Ferreira. Apesar disso, ele…

Está destruindo em Portugal, mas não serve para o Palmeiras

Créditos: Freepik

Emprestado pelo Palmeiras, jogador está destruindo no futebol português e vive o melhor momento da carreira na terra de Abel Ferreira. Apesar disso, ele segue fora dos planos do comandante palestrino e de sua comissão técnica para o ano de 2026.

O atleta em questão é Kaiky Naves. Cria das categorias de base alviverdes, o zagueiro de 23 anos estava sem espaço no plantel palmeirense. As chegadas de Bruno Fuchs e Micael, no início do ano, fizeram ele virar a quinta opção da posição.

Para que pudesse ganhar minutos e ter sequência em campo, foi emprestado ao Alverca, da primeira divisão portuguesa. Desde então, tem sido um dos destaques da equipe que atualmente ocupa a nona posição da liga nacional, com 17 pontos conquistados.

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Naves foi titular em 14 das 15 partidas do time na temporada. As boas atuações renderam quatro aparições na seleção da rodada e a presença no time ideal de novembro. Sem dúvidas, é o melhor momento da carreira profissional do jovem atleta.

Palmeiras não vai repatriar Naves

Apesar da boa fase e da evolução apresentada desde que atravessou o Atlântico, o defensor segue fora dos planos de Abel. Por isso, o clube não pensa em interromper o empréstimo válido até meados do ano que vem.

O entendimento é de que um retorno imediato poderia interromper o desenvolvimento do jogador e não resolveria os problemas do plantel na posição.

Enquanto isso, a diretoria alviverde está em busca justamente de um zagueiro nesta janela de transferências para o lugar de Micael, que não deverá ficar.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.