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Esse foi o absurdo salário que Edmundo ganhou para jogar no Napoli

Edmundo teve uma breve passagem pelo Napoli, da Itália, no começo deste século. O atacante, já consagrado na época, foi emprestado pelo Vasco da…

Esse foi o absurdo salário que Edmundo ganhou para jogar no Napoli

Créditos: Instagram/Edmundo

Edmundo teve uma breve passagem pelo Napoli, da Itália, no começo deste século. O atacante, já consagrado na época, foi emprestado pelo Vasco da Gama por seis meses. O período vivido no Estádio Diego Armando Maradona foi curto, porém o suficiente para o ídolo palmeirense encher o bolso de dinheiro.

De acordo com informação da Folha de São Paulo, o Animal acertou um salário de US$ 425 mil mensais (R$ 850 mil, na cotação da época) com a agremiação napolitana. A quantia representava mais do que o dobro do que ele ganhava no Santos, time que também defendeu por um curto espaço de tempo.

Além do Napoli, o Corinthians também estava interessado na contratação do camisa 7, mas estava disposto a oferecer quatro vezes menos que os italianos. O empréstimo foi fechado com a equipe da Terra da Bota podendo exercer a opção de compra ao final do compromisso por US$ 8,5 milhões.

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Em seis meses, o atacante disputou 17 jogos e marcou quatro gols pelo clube de Nápoles. Depois, entrou na Justiça e conseguiu a rescisão contratual com o Vasco, que era o detentor do seu passe.

Edmundo brilhou no Palmeiras

Ao longo de sua trajetória nos gramados, o Animal teve duas passagens pelo antigo Parque Antarctica. Somando os dois períodos, disputou 223 partidas e balançou as redes adversárias em 99 oportunidades vestindo o manto palestrino.

Das duas, a passagem mais vitoriosa foi a primeira. Naquela época dourada em que ele fazia parte de uma verdadeira seleção, conquistou os bicampeonatos brasileiro e paulista de 1993 e 1994 e o torneio Rio São-Paulo de 1993.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.