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Especialista da Globo se manifesta sobre pênalti em Palmeiras x Bragantino

Comentarista de arbitragem da Globo, Paulo César Oliveira falou a respeito do pênalti marcado em Palmeiras x Bragantino. O penal, que abriu o placar…

Especialista da Globo se manifesta sobre pênalti em Palmeiras x Bragantino

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

Comentarista de arbitragem da Globo, Paulo César Oliveira falou a respeito do pênalti marcado em Palmeiras x Bragantino. O penal, que abriu o placar do duelo, foi bastante questionado pelo técnico Abel Ferreira a beira do gramado do Allianz Parque.

O lance em questão aconteceu por volta dos 35 minutos do primeiro tempo. Após cruzamento na área alviverde, a bola bateu no braço de Bruno Fuchs. Em um primeiro momento, Raphael Claus nada marcou. O juiz, no entanto, foi chamado pelo VAR e, depois de rever no monitor, assinalou a infração.

Segundo PC, durante a transmissão do Premiere, o zagueiro palmeirense estava com o braço ampliado e a penalidade foi recomendada corretamente pelo VAR. O especialista ainda destacou que não houve uma falta de ataque, que poderia invalidar a jogada.

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“Para o nosso consultor de arbitragem, o braço do Bruno Fuchs está muito aberto e o pênalti foi bem marcado. E não houve falta do Guzmán Rodríguez na disputa pelo alto com o Bruno Fuchs”, disse o narrador Everaldo Marques na transmissão.

VAR concordou com especialista da Globo

A análise de PC Oliveira cobre o lance semelhante a do VAR, conforme consta no áudio divulgado pela CBG. Chamado ao monitor, Claus considerou que o braço estava aberto e que não houve falta. Marcou o penal sem aplicar cartão amarelo.

Na cobrança, o ex-palestrino Jhon Jhon fez o gol. O Verdão, no entanto, reagiu e virou o placar para 5 a 1. Líder do Brasileirão, o time alviverde enfrenta o Flamengo na próxima rodada, no domingo (19), às 16h (de Brasília), no Maracanã.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.