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Erro da direção do Palmeiras pode custar milhões ao clube

O Palmeiras vacilou e perdeu um dos destaques da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Lucas Campos, atacante de 20 anos que brilhou com…

Erro da direção do Palmeiras pode custar milhões ao clube

Foto: Cesar Greco.

O Palmeiras vacilou e perdeu um dos destaques da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Lucas Campos, atacante de 20 anos que brilhou com a camisa do América-MG, foi liberado pelo Verdão por não ser utilizado e agora pode render milhões ao Coelho.

Natural de Marília, Lucas chamou a atenção do Alviverde justamente defendendo as cores do MAC. O garoto vestiu o manto palestrino por duas temporadas e conquistou o título do Campeonato Paulista Sub-20. Entretanto, por ter poucas oportunidades ele acabou sendo liberado e acertou com o América.

Pelo Coelho na Copinha, o atleta balançou as redes adversárias em quatro oportunidades e distribuiu três assistências em oito jogos. Dos tentos anotados, três foram na vitória por 3 a 0 sobre o Santos, na semifinal, em plena Vila Belmiro.

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Segundo informações do jornalista André Hernan, o jovem atacante é alvo de diversas sondagens, inclusive de equipes estrangeiras. Os dirigentes americanos, porém, querem contar com Lucas na atual temporada e ele será integrado ao profissional.

Erro não é comum na atual gestão do Palmeiras

O Verdão passou por uma reestruturação a partir de 2015 e desde então se tornou uma referência nas categorias de base sob o comando do coordenador João Paulo Sampaio.

O olhar do dirigente foi fundamental, por exemplo, para as contratações de Endrick, Estevão e Luis Guilherme, três jóias das equipes de formação palestrinas.

Embora erros aconteçam e o futebol reserve inúmeras surpresas – um jogador pode despontar de repente -, é difícil imaginar a atual gestão do clube na base cometendo esse tipo de equívoco, deixando um talento se esvair dessa maneira.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.