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Enquanto Tite ganhava R$ 1,6 milhão mensal na Seleção, salário de Ancelotti será de perder o fôlego

Tite ganhava um salário considerável para treinar a Seleção Brasileira. O técnico gaúcho embolsava nada menos que R$ 1,6 milhão por mês da CBF.…

Enquanto Tite ganhava R$ 1,6 milhão mensal na Seleção, salário de Ancelotti será de perder o fôlego

Créditos: Instagram/Carlo Ancelotti

Tite ganhava um salário considerável para treinar a Seleção Brasileira. O técnico gaúcho embolsava nada menos que R$ 1,6 milhão por mês da CBF. Enquanto isso, Carlo Ancelotti, a bola da vez para assumir o selecionado canarinho, poderá faturar quase três vezes mais caso assine contrato em breve.

Segundo informação da ESPN, o italiano receberia algo na casa dos 700 mil euros mensais, quantia que na cotação atual corresponde a R$ 4,5 milhões. Ou seja, Carletto ganharia duas vezes mais que Adenor, ficando muito próximo do triplo embolsado pelo brasileiro.

Tite esteve à frente do time verde e amarelo nas duas últimas Copas do Mundo, a de 2018, na Rússia, e a de 2022, no Catar. Em ambas, o Brasil caiu nas quartas de final. Primeiro, para a Bélgica de Hazard, De Bruyne e Lukaku. Já no segundo e último Mundial, para a Croácia de Luka Modric.

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Desde o fim da Copa do Catar, o selecionado canarinho já teve três técnicos diferentes: Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior. Em busca de mais um treinador, a CBF agora tem o comandante do Real Madrid como favorito a assumir o cargo.

Ancelotti assumirá a Seleção Brasileira

A novela envolvendo o Brasil e o técnico italiano ganhou um novo capítulo. De acordo com o The Athletic, o treinador acertou a rescisão com o Real ao final da temporada europeia e ficará livre para firmar compromisso com a CBF em seguida.

Ainda conforme a fonte, o anúncio da saída de Carletto será feito no próximo fim de semana, após o clássico contra o Barcelona, em partida pela La Liga.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.