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Enquanto Michael Jordan tem R$ 18,8 bilhões no banco, fortunas de Hamilton e Schumacher juntas não chegam nem perto

Que Michael Jordan é um dos atletas mais bem sucedidos financeiramente de toda a história, isso não é uma novidade. Mas os feitos do…

Enquanto Michael Jordan tem R$ 18,8 bilhões no banco, fortunas de Hamilton e Schumacher juntas não chegam nem perto

Créditos: Divulgação / NBA

Que Michael Jordan é um dos atletas mais bem sucedidos financeiramente de toda a história, isso não é uma novidade. Mas os feitos do lendário camisa 23 do Chicago Bulls fora das quadras se tornam ainda mais relevantes se comparados com os de outras lendas do esporte, como Lewis Hamilton e Michael Schumacher.

MJ é dono de um patrimônio avaliado em nada menos que R$ 18,8 bilhões, segundo dados da revista Forbes. Uma fortuna maior que as das lendas da Fórmula 1 juntas. Enquanto o piloto inglês soma US$ 370 milhões (R$ 1,9 bilhões), o piloto alemão acumulou 840 milhões de euros (R$ 5,3 bilhões).

Em termos de patrimônio, o astro da bola laranja possui o dobro de cifras dos heptacampeões mundiais de F1. Se em quadra e nas pistas os feitos do trio são equiparáveis, o mesmo não se aplica quando o assunto é fortuna. Diga-se de passagem, poucos se aproximam do ex-jogador nesse quesito.

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Jordan ganhou muito dinheiro com os salários recebidos nos Bulls e nos Wizards nos tempos de NBA. Mas foi fora da quadra, com a parceria com a Nike e com a exploração de sua imagem, que o craque construiu o império que tem hoje e do qual desfruta.

Michael Jordan está entre os mais ricos dos EUA

Para se ter uma ideia do patamar alcançado por MJ em termos financeiros, ele extrapola a lista de atletas e aparece na de pessoas mais ricas dos Estados Unidos.

De acordo com a Forbes, Jordan ocupa a 385ª posição do ranking das 400 pessoas mais ricas da terra do Tio Sam. Ele é o único esportista presente na relação.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.