Estêvão subiu de patamar salarial ao trocar o Palmeiras pelo Chelsea, passando de R$ 100 mil para R$ 1 milhão por mês. Apesar do salto considerável, a Cria da Academia ainda não alcançou o estágio de Endrick, seu amigo e parceiro de campo dos tempos de Verdão.
Segundo dados do Capology, especializado em finanças do futebol, o camisa 9 do Real Madrid assinou contrato válido até junho de 2030 no valor anual de 4,16 milhões de euros, quantia que na cotação atual corresponde a R$ 26,6 milhões.
É o mesmo que 333 mil euros mensais, ou R$ 2,1 milhões. Ou seja, mais que o dobro do que embolsa o camisa 41 dos Blues, que está em sua primeira temporada na agremiação inglesa. Ao todo, os seis anos de contrato podem render ao atacante € 24,96 milhões (R$ 158,7 milhões) em salários.
Se na questão salarial o atacante leva a melhor em relação ao meia, o contrário se aplica às suas transferências. Endrick foi vendido ao Real, no fim de 2022, por 60 milhões de euros (R$ 337 milhões, na época). Já Estêvão foi negociado com o Chelsea, em meados de 2024, por 61,8 milhões de euros (R$ 358 milhões).
Estêvão pode superar Endrick em campo
Outra vantagem que o camisa 41 pode levar na comparação ao número 9 é dentro de campo. Embora o atacante tenha começado bem, fazendo gols, perdeu espaço e foi pouco utilizado por Carlo Ancelotti em sua primeira jornada no Santiago Bernabéu.
Estêvão, por sua vez, tem tido um início de trajetória na Europa menos explosivo e mais consistente. O meia herdou a vaga do lesionado Cole Palmer, tem recebido chances como titular sob o comando de Enzo Maresca e se destacado no Stamford Bridge.
Se continuar assim, logo vai assumir uma posição de destaque no time inglês. Assim, dando um passo à frente em relação ao antigo parceiro de Palestra, que, até aqui, luta para conquistar um espaço no estrelado elenco merengue.



