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Enquanto Cleber Machado ganha R$ 400 mil na Record, salário de Galvão Bueno na Band é muito menor

Dois dos principais narradores esportivos do país, Cleber Machado e Galvão Bueno também estão entre os mais bem pagos. Apesar do patamar ocupado pelos…

Enquanto Cleber Machado ganha R$ 400 mil na Record, salário de Galvão Bueno na Band é muito menor

Créditos: Reprodução

Dois dos principais narradores esportivos do país, Cleber Machado e Galvão Bueno também estão entre os mais bem pagos. Apesar do patamar ocupado pelos dois ser parecido, existe uma diferença considerável entre os salários recebidos pelos locutores da Record e da Bandeirantes.

Ao trocar o SBT pela Record novamente no fim do ano passado, Cleber assinou contrato para receber R$ 400 mil mensais. Quantia que pode ficar ainda mais elevada com ganhos provenientes de patrocínios e merchandising. Ao todo, pode embolsar nada menos que R$ 700 mil por mês com os adicionais.

Enquanto isso, Galvão fechou compromisso com a Band para ganhar apenas, por assim dizer, R$ 200 mil mensais. Um valor significativamente inferior ao que o colega de profissão embolsa no canal concorrente e também ao qual se acostumou a receber nos últimos anos de sua trajetória na Globo.

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Em contrapartida, GB não fica exclusivamente a serviço da Bandeirantes, onde apresenta um programa semanal. O lendário narrador também tem contrato com o Amazon Prime, que lhe rende cerca de R$ 200 mil por cada partida transmitida, segundo noticiou o jornalista Jorge Nicola.

Galvão Bueno está de mudança

Ao que tudo indica, a passagem de Galvão pela Band está com os dias contados. Com contrato válido só até dezembro, o comunicador não irá renovar e já tem conversas avançadas para assinar com o Sistema Brasileiro de Televisão.

Bueno será a principal voz da emissora de Silvio Santos nas transmissões da Copa do Mundo de 2026 na televisão aberta.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.