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Enquanto Ancelotti recebe R$ 5,5 milhões no Brasil, salário de técnico da Seleção Equatoriana nem arranca

Carlo Ancelotti assinou contrato com a CBF até o fim da Copa do Mundo de 2026 para receber um salário astronômico. Enquanto isso, o…

Enquanto Ancelotti recebe R$ 5,5 milhões no Brasil, salário de técnico da Seleção Equatoriana nem arranca

Créditos: @rafaelribeirorio I CBF

Carlo Ancelotti assinou contrato com a CBF até o fim da Copa do Mundo de 2026 para receber um salário astronômico. Enquanto isso, o técnico do Equador, adversário do Brasil nas Eliminatórias, fica muito atrás do italiano e embolsa uma quantia consideravelmente inferior.

Carletto firmou compromisso para ganhar nada menos que R$ 5,5 milhões por mês. Ele é disparado o treinador de seleções mais bem pago do mundo, superando nomes como Thomas Tuchel, da Inglaterra, e o atual campeão mundial pela Argentina, Lionel Scaloni.

Ainda mais abaixo do comandante canarinho no ranking está Sebastián Beccacece, técnico do selecionado equatoriano. O argentino de 44 anos de idade, discípulo de Jorge Sampaoli, recebe por volta de R$ 375 mil mensais para treinar La Tricolor desde 2024.

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Ou seja, Carlo ganha quase quinze vezes mais que seu primeiro adversário como técnico do país pentacampeão do mundo. Um dado que chama a atenção e evidencia a disparidade econômica existente entre o Brasil e os vizinhos da América do Sul.

Ancelotti estreia no comando da Seleção Brasileira

Nesta quinta-feira (5), às 20h (de Brasília), os selecionados de Brasil e Equador se enfrentam no Monumental de Guayaquil, em partida válida pela 15ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2026.

O jogo marca a estreia de Carletto à frente do time verde e amarelo, que tem a missão de fazer a equipe jogar, garantir a vaga no Mundial e chegar em condições de brigar pelo hexacampeonato em território norte-americano no ano que vem.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.