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Endrick não deixa barato para gestos racistas e protesta

Endrick não só decidiu mais uma vez a favor do Real Madrid como bateu de frente com os racistas espanhóis. O garoto de 18…

Endrick não deixa barato para gestos racistas e protesta

Créditos: Instagram/Endrick

Endrick não só decidiu mais uma vez a favor do Real Madrid como bateu de frente com os racistas espanhóis. O garoto de 18 anos de idade, cria das categorias de base do Palmeiras, foi o grande nome do primeiro jogo da semifinal da Copa do Rei, contra a Real Sociedad, na última quarta-feira (26).

Na bola, foi ele quem garantiu a vitória merengue por 1 a 0, fora de casa. Após receber um lindo lançamento de Jude Bellingham, o menino prodígio dominou com enorme categoria e bateu de pé esquerdo na saída do goleiro para anotar o único tento do duelo.

Na comemoração, ergueu o braço com o punho cerrado em direção a torcida adversária. O gesto foi bastante usado pelo Partido dos Panteras Negras, um movimento estadunidense voltado aos direitos do povo negro e anti-capitalista, e virou um símbolo da luta anti-racista ao redor do mundo todo.

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Companheiro de ataque do camisa 16, Vini foi novamente alvo de ataques racistas por parte da torcida adversária ao longo do jogo. Não é de agora que o brasileiro é alvo de atos criminosos ligados a questão racial e tem se tornado cada vez mais uma voz ativa na luta contra o preconceito.

Endrick briga pela artilharia da Copa do Rei

Com quatro gols marcados, o jovem atacante é o artilheiro do Real no torneio nacional. No geral, tem dois tentos a menos que Julian Álvarez e Alexander Sorlot, ambos do Atlético de Madrid, que dividem a liderança do ranking.

Ou seja, a cria do Verdão está na briga pela artilharia da competição. Mesmo recebendo poucas oportunidades, ele tem aproveitado bem as chances que tem e mostrado ao técnico Carlo Ancelotti que pode passar a ser uma opção mais frequente no elenco.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.