★ Notícias do Palmeiras

Endrick é o centroavante mais letal da Seleção Brasileira desde 2022

Endrick tem sido deixado de lado na Seleção Brasileira há algum tempo. Sem conseguir jogar no Real Madrid, a cria do Palmeiras vem sendo…

Endrick é o centroavante mais letal da Seleção Brasileira desde 2022

Créditos: Instagram/Endrick

Endrick tem sido deixado de lado na Seleção Brasileira há algum tempo. Sem conseguir jogar no Real Madrid, a cria do Palmeiras vem sendo preterida em relação a outros jogadores da posição. Apesar do cenário não ser favorável, fato é que o garoto de 19 anos é o atacante mais letal do time canarinho desde 2022.

Do fim da última Copa do Mundo para cá, nenhum camisa 9 balançou tantas vezes a rede vestindo a Amarelinha quanto o prodígio do Verdão. Em 14 partidas disputadas, um total de 390 minutos em campo, ele marcou três gols – uma média de um tento anotado a cada 129 minutos jogados.

Nesse período, outros 12 atacantes foram testados por Fernando Diniz, Dorival Jr. e agora Carlo Ancelotti como referência de ataque. Só Igor Jesus e Matheus Cunha, com um gol cada, foram ao barbante. Os outros dez nomes da posição sequer conseguiram balançar a rede ao longo desses quase três anos.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Richarlison, por exemplo, que está presente em praticamente todas as convocações, tem zero gols em 12 jogos realizados. João Pedro, do Chelsea, que tem ganhado oportunidades sob o comando de Carletto, também passou longe da rede nos cinco jogos que fez até aqui.

Endrick fez gols e perdeu espaço na Seleção

O caso de Endrick na Seleção é curioso. O garoto salvou o trabalho de Dorival Júnior nos amistosos contra Inglaterra, Espanha e México e mesmo assim perdeu espaço.

O prêmio do atacante por ter ido às redes foi perder minutagem até deixar de ser convocado pelo treinador. Com Ancelotti, já em baixa no Real, acabou não sendo lembrado.

Essa incerteza em relação a camisa 9 da Seleção persiste e é o que mantém a Cria da Academia viva na briga por uma vaga. Mas, para ser chamada novamente, precisa voltar a ter uma sequência no Santiago Bernabéu, algo difícil de acontecer.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.