★ Notícias do Palmeiras

Empresa acusada de dar golpe em Scarpa é condenada em processo de R$ 20 milhões

A Xland, empresa acusada de dar golpe milionário em Gustavo Scarpa, foi condenada em outro processo na última segunda-feira (13), segundo informações do jornalista…

Empresa acusada de dar golpe em Scarpa é condenada em processo de R$ 20 milhões

Foto: Cesar Greco.

A Xland, empresa acusada de dar golpe milionário em Gustavo Scarpa, foi condenada em outro processo na última segunda-feira (13), segundo informações do jornalista Diego Garcia, do Uol. A corretora terá de pagar R$ 20 milhões à Gold Credit, instituição de garantias para operações financeiras, por conta de uma carta fiança de mesmo valor.

A carta de fiança é um contrato que garante o cumprimento do acordo acertado entre o afiançado e seu credor. No caso da Xland, o valor cedido pela Gold tinha o intuito de dar credibilidade e confiança à empresa no mercado.

A instituição financeira alega que a corretora não pagou a obrigação de renovação contratual, que venceu em meados do ano passado, e não quitou os prêmios e comissões que deve. A pendência gira em torno de R$ 918 mil.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Citada no processo, a Xland não contestou. Dessa maneira, a juíza Tamara Matos, da 24ª Vara Cível de São Paulo, deu ganho de caso à Gold Credit. Na decisão, a magistrada determinou que a empresa pare de usar a carta fiança em até 15 dias, sob pena de multa, e que sejam pagos os R$ 918 mil de indenização.

Xland é acusada de dar golpe em Scarpa

A corretora foi indicada pela WLJC, firma de Willian Bigode, a Gustavo Scarpa e Mayke como especialista em investimentos de criptomoedas. Juntos, os jogadores aportaram mais de R$ 10 milhões no negócio que prometia rendimentos de 3% a 5%.

Contudo, ao tentar resgatar o dinheiro investido, os atletas não obtiveram sucesso e só receberam como respostas promessas – que não se cumpriram – de pagamento por parte da empresa. Por essa razão, eles entraram na Justiça para romper o contrato e tentar reaver a quantia aportada.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.