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Edmundo não quis saber e levou Galvão Bueno a loucura

Edmundo levou muita gente à loucura ao longo de sua carreira. Adversários, torcedores dos times em que jogou, torcedores rivais. Até mesmo os narradores…

Edmundo não quis saber e levou Galvão Bueno a loucura

Foto: DOMICIO PINHEIRO/AGÊNCIA ESTADO.

Edmundo levou muita gente à loucura ao longo de sua carreira. Adversários, torcedores dos times em que jogou, torcedores rivais. Até mesmo os narradores foram ao delírio com os lances do Animal. E um dos maiores da profissão, Galvão Bueno, é um bom exemplo disso.

Galvão foi a loucura com o camisa 7 do Palmeiras na final do Campeonato Brasileiro de 1994, contra o Corinthians. Em determinado momento do segundo jogo da decisão, o atacante chamou Viola para dançar e arrancou a seguinte frase do locutor, que entrou para a história do Dérbi: “um chocolate!”.

O Verdão construiu o resultado ainda na primeira partida – ambas foram disputadas no Pacaembu. Com um gol do Animal e dois de Rivaldo, a equipe alviverde venceu por 3 a 1 e abriu grande vantagem. Na volta, o empate por 1 a 1, novamente com gol de Rivaldo, foi o suficiente para a conquista do bicampeonato consecutivo.

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Não bastasse o título, o Palestra ainda passou por cima do arquirrival com requintes de crueldade naquela final. Um dos tantos êxitos alcançados no Dérbi. Era o início da era Parmalat, uma das mais celebradas da história centenária da SEP.

Edmundo fez história no Palmeiras

Ao longo da carreira, Edmundo passou duas vezes pelo antigo Parque Antarctica, a primeira entre 1993 e 1995 e a segunda entre os anos de 2006 e 2007. No total, foram 223 partidas disputadas e 99 gols marcados vestindo o manto palestrino.

A primeira passagem foi a mais vitoriosa delas: o Animal sagrou-se bicampeão paulista e brasileiro em 1993/1994 e do Torneio Rio-São Paulo em 93.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.