Arilson de Paula Nunes, o Paulo Nunes, nunca marcou um gol de pênalti. Ao longo da carreira nos gramados, o Diabo Loiro balançou as redes de tudo o que é jeito, mas em todas as oportunidades que teve de converter na marca da cal, falhou.
Segundo o próprio ex-atacante, ele teve cinco chances de converter uma penalidade e desperdiçou as cinco. E o aproveitamento ruim não era por falta de treinamento. O camisa 7 tinha um desempenho impecável nos treinos. O problema era na hora do jogo, com o estádio cheio, quando tudo saia do planejado.
“Bati cinco pênaltis na minha vida e perdi os cinco. Eu era leão de treino de pênalti. Só metia na gaveta. Uma coisa é lá no treino, outra coisa é no Morumbi. Não conseguia, batia fraco, a meia altura. Tudo o que eu corneto nos caras hoje batendo pênalti, eu batia”, disse, em entrevista ao podcast Benja Me Mucho.
Cria das categorias de base do Flamengo, Paulo defendeu as cores de Grêmio, Benfica, Palmeiras, Corinthians, Gama, Al-Nassr e Mogi Mirim, além da Seleção Brasileira. Ao todo, disputou 488 jogos e marcou 149 gols no decorrer de sua trajetória nos gramados de futebol.
Paulo Nunes fez história no Palmeiras
Das 488 partidas que o Diabo Loiro disputou, 136 foram vestindo o manto palestrino. E dos 149 tentos anotados, 62 foram defendendo o Maior Campeão do Brasil.
Paulo foi peça importante nas conquistas dos títulos da Copa do Brasil e da Copa Mercosul, ambas em 1998, e da Copa Libertadores da América de 1999.









