Nesta sexta-feira (18), Dudu será julgado pela 5ª Comissão Disciplinar no STJD por misoginia praticada contra a presidente do Palmeiras, Leila Pereira. Caso condenado, o atacante pode pegar pena de 5 a 10 jogos de suspensão, além de multa entre R$ 100 a R$ 100 mil.
Depois de atacar publicamente a empresária e mandatária do Palmeiras, o experiente atacante será julgado pelo artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva. Em suma, Dudu vai responder por “praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”.
A queda de braço entre os dois personagens ganhou ainda novos capítulos, com o atleta apresentando queixa-crime contra Leila Pereira. Os advogados de Dudu alegaram que a mandatária difamou a figura do jogador, o que gerou a marcação de uma audiência paralela para o dia 26 de agosto.
Relembre a briga entre Dudu e Leila Pereira
Embora atualmente esteja no Atlético Mineiro, a história magistral de Dudu com as vestes alviverdes não pode ser apagada. O problema é que os títulos conquistados no Palmeiras deram lugar a um episódio lamentável contra a mandatária da instituição, no início da atual temporada.
Depois de forçar a saída do Palmeiras em meados de 2024 rumo ao Cruzeiro, o atacante recalculou a rota e decidiu permanecer no clube até o final da temporada. Contudo, a rescisão contratual causou mal-estar nos bastidores do Verdão, que enquadraram a despedida do craque pela porta dos fundos.
Em detrimento das declarações públicas da presidente do Palestra, Dudu utilizou suas redes sociais para atacar a empresária. Ao lado dos títulos conquistados pelo Palmeiras, o baixinho disparou: “O caminhão estava pesado e mandaram eu sair pelas portas dos fundos! Minha história foi gigante e sincera, diferente da sua, senhora Leila Pereira. Me esquece. Vai tomar no **”.
Na época em que a mandatária externou sua indignação e desejo por aplicar processo em cima do ídolo do Palmeiras, os advogados do réu se posicionaram. Na ocasião, confrontaram as acusações confirmando que a sigla “VTNC” significava “vim trabalhar no Cruzeiro”, o que gerou motivos de piadas.









