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Dudu não quer nem saber e se manifesta sobre o Palmeiras

Hoje jogador do Atlético-MG, Dudu concedeu entrevista ao canal oficial do clube e falou a respeito da história que construiu no Palmeiras. Apesar da…

Dudu não quer nem saber e se manifesta sobre o Palmeiras

Créditos: Instagram/Dudu

Hoje jogador do Atlético-MG, Dudu concedeu entrevista ao canal oficial do clube e falou a respeito da história que construiu no Palmeiras. Apesar da mancha que ficou na época de sua saída, o atacante relembrou a trajetória com muito orgulho e destacou a importância que o Verdão teve em sua vida.

“Lá foi onde realmente o Dudu despertou para o futebol. O Dudu que hoje veste a camisa do Galo foi graças a esses dez anos no Palmeiras. Fico muito feliz de ter construído uma história tão bonita dentro do clube. Foi muito orgulho para mim jogar bastante tempo num clube tão grande quanto o Palmeiras. Não é qualquer um”, iniciou.

De acordo com Eduardo, os sonhos projetados por Alexandre Mattos, responsável por sua chegada ao Allianz Parque, em 2015, se concretizaram: se tornar ídolo e ser convocado para a Seleção Brasileira. Uma história que, apesar das rusgas, não pode ser apagada e que será lembrada para sempre.

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“Fico bastante feliz de ter deixado meu nome escrito na história do clube e acho que isso dificilmente alguém vai apagar, porque quando eu parar de jogar futebol, tiver 50 ou 60 anos, vão lembrar desses dez anos que eu fiquei. Vão ter que falar do Dudu”, acrescentou.

Dudu fez história no Palmeiras

Polêmicas à parte, de fato nada apaga o que o jogador fez dentro de campo vestindo a camisa 7 do Palestra. Um símbolo da reconstrução da agremiação e da virada de chave para a era mais vitoriosa da centenária existência palmeirense.

Eduardo disputou 433 partidas pelo Verde ao longo de nove temporadas e conquistou 12 títulos, dentre os quais quatro brasileiros e duas Copas Libertadores da América.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.