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Dudu deixa outro ídolo do Palmeiras no chinelo e quebra marca histórica

No Dérbi do último sábado (13), Dudu foi fundamental na vitória do Palmeiras por 1 a 0, pelo Campeonato Brasileiro. Foi dele o roubo…

No Dérbi do último sábado (13), Dudu foi fundamental na vitória do Palmeiras por 1 a 0, pelo Campeonato Brasileiro. Foi dele o roubo de bola e o passe no início do contra-ataque que resultou no único gol da partida. Além da conquista coletiva, o ídolo alviverde atingiu outra marca importante pelo clube.

O camisa 7 chegou a sua 110ª vitória pelo Palestra no Brasileirão e deixou para trás ninguém menos que Ademir da Guia, considerado um dos maiores nomes da história do Maior Campeão Nacional – para muitos o melhor.

O atacante agora mira outro monumento do clube: Emerson Leão. O lendário goleiro da Segunda Academia é quem mais venceu com o manto alviverde na competição, com 112 vitórias – marca que deverá ser batida em breve.

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A importância do “Baixola” no Palmeiras pode ser medida pela posição que ocupa no ranking. Não foi só Ademir que ficou para trás, também estão abaixo Marcos, Velloso, Edu Bala, Cleber, Zeca, Eurico e Olegário Tolói de Oliveira (Dudu).

Na atual temporada, o atacante disputou 48 partidas, balançou as redes adversárias sete vezes e distribuiu oito assistências.

Dudu pode ultrapassar Ademir em outro ranking importante

Símbolo da reconstrução do Alviverde em 2015, o ídolo palmeirense já está com o nome marcado na história do clube, mas pode continuar atingindo grandes feitos.

Com oito títulos, Libertadores (2x), Brasileirão (2x), Copa do Brasil (2015), Flórida Cup (2020), Paulistão e Recopa Sul-Americana (2022), o camisa 7 é o terceiro jogador que mais ganhou títulos pelo Palestra. Só fica atrás de Ademir da Guia (11), Junqueira (9) e Dudu, o volante (9).

Ou seja, caso erga mais três taças, se tornará o maior campeão da história do Palmeiras ao lado do Divino, com quatro ultrapassa.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.