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Dudu avalia futuro no Atlético-MG

Desde que foi contratado, em maio de 2025, Dudu não conseguiu ter uma sequência no Atlético-MG. Em meio ao cenário de incerteza, o atacante…

Dudu avalia futuro no Atlético-MG

Créditos: Pedro Souza / Atlético

Desde que foi contratado, em maio de 2025, Dudu não conseguiu ter uma sequência no Atlético-MG. Em meio ao cenário de incerteza, o atacante de 33 anos de idade falou sobre sua trajetória pelo clube até aqui e avaliou o que está para vir no futuro.

“Sou feito de desafios e aceitei mais um na minha vida. Deus sempre me ajudou, e tenho certeza que ainda vou vencer aqui no Atlético. Ainda espero ter sequência de jogos no Galo neste fim de temporada e, ano que vem, fazer uma pré-temporada boa para termos um ano bom. Tenho muita esperança e muita fé que dará certo”, disse, em entrevista à GaloTV.

Segundo o ex-Palmeiras, seu objetivo é deixar o nome marcado na história da agremiação belo-horizontina e não ser apenas um jogador que “passou” pela instituição. Mas, para isso, é preciso estar em campo, coisa que não vem acontecendo. São apenas dez jogos com a camisa atleticana, seis como titular.

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Contratado a pedido de Cuca, teve uma sequência de quatro partidas entre os onze iniciais, porém foi para reserva ainda sob o comando do treinador. Com Jorge Sampaoli, os minutos diminuíram ainda mais e não há perspectivas de que consiga cavar um lugar entre os titulares.

Dudu não se encontrou desde que deixou o Palmeiras

O fim da passagem do atacante pelo Verdão já havia sido de mais baixos do que altos, por assim dizer. Depois que deixou o Allianz Parque, a queda de rendimento ficou evidente.

Apesar de alguns lampejos no Cruzeiro, deixou o time celeste em baixa e pelas portas dos fundos. No Galo, ainda não engrenou. Sem balançar a rede há seis meses, o ex-palestrino vive um dos momentos mais incertos da carreira.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.