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Dida realmente é o pai de Mbappé? É oficial e foi confirmado!

Uma lenda que rola na internet diz que Dida, um dos maiores goleiros da história do futebol, seria pai de Kylian Mbappé. As semelhanças…

Dida realmente é o pai de Mbappé? É oficial e foi confirmado!

Créditos: Reprodução

Uma lenda que rola na internet diz que Dida, um dos maiores goleiros da história do futebol, seria pai de Kylian Mbappé. As semelhanças físicas entre o ex-arqueiro e o atacante do Real Madrid são tão grandes que os torcedores brasileiros passaram a fazer essa conexão.

Essa história teria origem no século passado, mais precisamente na Copa das Confederações de 1997. Durante a disputa do torneio, realizado na França, o goleiro brasileiro teria se relacionado com a mãe do craque da Seleção Francesa, que nasceu justamente no ano do Mundial, em 1998.

Embora possa até fazer sentido em um primeiro momento, a teoria não se sustenta quando vamos um pouco mais fundo. E o que a desmonta é a data de nascimento do camisa 9 do Real, que não bate com a da Copa das Confederações: Kylian nasceu em 20 de dezembro de 1998, um ano depois da competição.

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Tirando o fato de serem jogadores de futebol, nada mais liga os dois. Kylian, na verdade, é fruto da relação entre a ex-jogadora francesa de handebol Fayza Lamari e o camaronês Wilfried Mbappé. O que fica dessa história toda é a brincadeira e a capacidade quase ilimitada da criatividade dos internautas brasileiros.

Dida fez sua história e Mbappé faz a dele

Um dos maiores nomes de sua posição, Dida vestiu camisas de grandes clubes e da Seleção Brasileira. Em campo, conquistou praticamente tudo o que poderia, em especial a Copa do Mundo de 2002.

Enquanto isso, Kylian tem trilhado seu caminho. Hoje com 26 anos, o atacante ainda tem muita coisa pela frente para viver no futebol. Mas, desde já, pode se gabar de ter faturado a Copa de 2018 com a Seleção Francesa.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.