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Dembélé foi eleito Melhor do Mundo, mas foi muito pior que brasileiro na Champions

Ousmane Dembélé foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa. Nesta terça-feira (16), o francês, que já havia faturado a Bola de Ouro,…

Dembélé foi eleito Melhor do Mundo, mas foi muito pior que brasileiro na Champions

Créditos: Divulgação/PSG

Ousmane Dembélé foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa. Nesta terça-feira (16), o francês, que já havia faturado a Bola de Ouro, levou para casa o The Best. Ambos prêmios conquistados sem ter sido o craque da Champions League passada.

Embora tenha sido peça-chave na campanha do título inédito do Paris Saint-Germain, o camisa 10 ficou bem longe de ser o melhor jogador do torneio. Com base no desempenho apresentado, Raphinha foi quem teve a melhor média, 8.24, segundo o Sofascore.

Aliás, não foi só o brasileiro do Barcelona que teve melhor média que o francês na edição anterior da competição continental, outros três atletas também ficaram à frente: Lamine Yamal (7.69), Harry Kane (7.70) e Joshua Kimmich (7.84).

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Trazendo para os números, brasileiro foi superior ao francês em gols (38), assistências (23), grandes chances criadas (46) e passes decisivos (2.64). A diferença é que o adversário conquistou quase tudo com o time parisiense e, o mais importante aqui: é europeu.

Dembélé em 1º e Raphinha em 5º

O que mais chamou a atenção nas principais premiações individuais da temporada foi o fato de Raphinha não ter sido o concorrente direto de Dembélé nas votações.

Tanto na Bola de Ouro quanto no The Best, o francês ficou com o primeiro lugar, enquanto o brasileiro ficou apenas com o quinto. Sendo que os números apontavam, ao menos, para uma disputa entre os dois atacantes.

Apesar de ter ficado grato por constar entre os melhores do planeta, o camisa 11 do Barça revelou que esperava um reconhecimento maior por seu desempenho e que ficou decepcionado por isso.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.