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Deixou o Palmeiras para encher os bolsos de dinheiro e agora está fazendo chover gols

Jogador que deixou o Palmeiras na última janela de transferências vive grande fase e desandou a fazer gols na temporada. Trata-se de Rony, que…

Deixou o Palmeiras para encher os bolsos de dinheiro e agora está fazendo chover gols

Créditos: Divulgação/Palmeiras

Jogador que deixou o Palmeiras na última janela de transferências vive grande fase e desandou a fazer gols na temporada. Trata-se de Rony, que saiu do Allianz Parque em baixa e agora atravessa um momento completamente diferente na Arena MRV.

No fim de semana, o Rústico foi autor de um dos gols da goleada do Atlético-MG sobre o América-MG, por 4 a 0, no primeiro jogo da final do Campeonato Mineiro. O quarto tento do atacante em cinco partidas pela nova equipe. E todos eles em sequência – ele só não marcou na estreia vestindo a camisa alvinegra.

Para se ter uma ideia, o atleta nunca conseguiu encaixar uma sequência de bolas na rede como essa nos anos de Verdão. Ronielson, definitivamente, já caiu nas graças do torcedor atleticano. Além dos gols, a entrega em campo, uma de suas grandes características, cativou a torcida rapidamente.

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Se em algum momento o torcedor do Galo questionou a contratação do jogador de 29 anos de idade quando os clubes acertaram a transferência, essa desconfiança passou. O camisa 33 é um dos principais nomes da equipe de Cuca neste começo da jornada de 2025.

Rony deixou o Palmeiras para ganhar mais

Dono de um dos maiores salários do elenco palestrino, o Rústico só aceitava uma mudança de ares se fosse para ganhar mais. Para levá-lo para Belo Horizonte, então, o Atlético topou pagar o que ele queria.

Galo e Verde acertaram a transferência do atacante em 6,5 milhões de euros (R$ 38,8 milhões, na cotação da época). Quantia da qual o clube alviverde tem direito a metade.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.