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Deixou o Palmeiras como jogador e agora virou empresário dos atletas

Ex-jogador do Palmeiras pendurou as chuteiras e hoje atua como empresário de atletas do futebol e outros esportes. Aos 38 anos de idade, o…

Deixou o Palmeiras como jogador e agora virou empresário dos atletas

Créditos: Divulgação/Palmeiras

Ex-jogador do Palmeiras pendurou as chuteiras e hoje atua como empresário de atletas do futebol e outros esportes. Aos 38 anos de idade, o agora ex-centroavante Luiz Adriano, campeão pelo Verdão, se dedica à gestão das carreiras de seus agenciados.

“Está sendo muito bom, é aprendizado muito grande. Dando conselhos. Ajudar garotos a conquistar o sonho, mas também ajudar a se formar como cidadãos, transformar famílias. Alguns já têm uma estrutura, outros proporcionam isso para sua família”, disse, em entrevista concedida ao Estadão.

Luiz é sócio da LA Sports, empresa especializada na administração de carreiras de jogadores e treinadores e também na gestão de departamento de futebol de clubes. Além disso, o grupo tem um braço cujo foco é voltado para atletas de lutas.

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Um dos agenciados do ex-atacante é Breno Lopes, seu antigo companheiro dos tempos de Palestra e herói do título da Copa Libertadores de 2020. Aliás, dizem as más línguas que o cruzamento de Rony no gol marcado por Breno, na verdade, tinha Luiz como alvo e não o camisa 19, que ficou eternizado pelo lance.

LA deixou o Palmeiras pelas portas dos fundos

Luiz fez história vestindo o manto palestrino. Foi um dos protagonistas da primeira parte da era Abel Ferreira e peça importante da campanha do bicampeonato da América e da Copa do Brasil, títulos conquistados em 2020.

Tinha tudo para virar ídolo no Allianz Parque. No entanto, deixou o extra-campo se sobressair em relação às quatro linhas, perdeu espaço no time e saiu do clube em atrito com a torcida que canta e vibra.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.