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Custou uma fortuna e foi barrado no Palmeiras

Jogador que custou uma fortuna aos cofres do Palmeiras foi barrado e ficou no banco de reservas na partida contra o Inter Miami. Por…

Custou uma fortuna e foi barrado no Palmeiras

Créditos: Werner Flister/Palmeiras

Jogador que custou uma fortuna aos cofres do Palmeiras foi barrado e ficou no banco de reservas na partida contra o Inter Miami. Por escolha técnica e tática, o técnico Abel Ferreira optou por deixá-lo de fora e dar oportunidade a quem realmente tem feito a diferença dentro de campo.

O atleta em questão é Vitor Roque. Titular nos dois primeiros compromissos do Verdão no Super Mundial, ele perdeu a vaga entre os onze iniciais no terceiro e último jogo da fase de grupos, contra a equipe estadunidense. Em seu lugar, o comandante palestrino colocou Flaco López, que tem correspondido mais vezes.

Aplicado taticamente, o Tigrinho tem deixado a desejar no que diz respeito a bola na rede, o que mais se exige de um centroavante. Enquanto isso, o concorrente tem aproveitado bem os minutos recebidos. Apesar de não ter marcado diante do Miami, o argentino tem ido ao barbante com frequência e é um dos artilheiros do time no ano com 11 gols.

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Contratado a peso de ouro, Roque não conseguiu decolar até o momento e o que antes era apoio tem virado críticas por parte da torcida que canta e vibra. Em 21 partidas disputadas pelo Palestra, sendo 16 como titular, o jovem de 20 anos soma três gols marcados.

Palmeiras gastou um caminhão de dinheiro em Vitor Roque

O que coloca mais pressão sobre o Tigrinho é o fato de ter custado uma fortuna aos cofres do clube. Para tirá-lo do Barcelona, o Maior Campeão do Brasil topou desembolsar 25 milhões de euros (cerca de R$ 150 milhões, na cotação da época).

Trata-se da contratação mais cara da história do Verde, superando a de Paulinho, realizada um pouco antes desta, que custou 18 milhões de euros.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.