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Cruzeiro mandou um presentão para o Palmeiras

O Cruzeiro deu um presente e tanto para o Palmeiras. O regalo em questão é o meia-atacante Estêvão Willian, grande promessa das categorias de…

Cruzeiro mandou um presentão para o Palmeiras

Foto: Twitter/Mineirão.

O Cruzeiro deu um presente e tanto para o Palmeiras. O regalo em questão é o meia-atacante Estêvão Willian, grande promessa das categorias de base do Verdão, que agora faz parte do elenco profissional. Antes de chegar ao clube, o meia-atacante atuou pela Raposa. 

Estêvão surgiu nas equipes de formação do time mineiro. Aliás, foi por lá que ganhou o apelido de Messinho, pelo qual não quer mais ser chamado. Após a crise institucional que mudou completamente os rumos da agremiação celeste, o jogador se transferiu definitivamente para o Alviverde.

Desde que chegou a Academia de Futebol, o garoto é tratado como uma joia de enorme potencial. Há no clube quem projete o jovem de apenas 16 anos de idade se tornando um dos nomes de maior destaque do futebol mundial daqui há algum tempo.

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A Cria da Academia fez a sua estreia na equipe principal palestrina no ano passado justamente diante do time de Ronaldo Fenômeno. Ele ganhou alguns minutos na partida realizada no Mineirão, que decretou a conquista do 12º título brasileiro do Verde.

Ex-promessa do Cruzeiro agora é profissional do Palmeiras

Nesta quinta-feira (18), o Maior Campeão do Brasil anunciou a integração em definitivo de Estêvão ao profissional. O garoto ficará à disposição do técnico Abel Ferreira para a disputa da temporada e não irá mais atuar pelas equipes Sub-17 e Sub-20, embora ainda tenha idade para isso.

Sendo assim, o menino prodígio está apto para entrar em campo na estreia do Palestra nesta jornada. O atual bicampeão paulista inicia a busca pelo tri neste domingo (21), às 16h (de Brasília), contra o Novorizontino, fora de casa.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.