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Craque deixa Pelé fora do melhor Santos de todos os tempos

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, é uma entidade no Santos Futebol Clube. Um dos maiores jogadores de todos os tempos – para muitos,…

Craque deixa Pelé fora do melhor Santos de todos os tempos

Créditos: Instagram/Pelé

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, é uma entidade no Santos Futebol Clube. Um dos maiores jogadores de todos os tempos – para muitos, o maior – é uma espécie de divindade da instituição. Entretanto, não é uma unanimidade entre os alvinegros.

Outro ex-camisa 10 santista, Pita deixou o Rei do Futebol de lado na eleição do melhor onze inicial de todos os tempos do Peixe. A votação, feita pela Revista Placar, contou com 22 santistas e o ex-meia foi o único a não incluir Edson no time.

Para Pita, a equipe ideal do Alvinegro Praiano é a seguinte: Rodolfo Rodríguez, Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado, Alex e Zé Carlos; Dema, Pita e Giovanni; Neymar, Edu e Pepe. Técnico: Chico Formiga. Bem diferente do que foi escolhido pelo colégio eleitoral convidado pela Placar.

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Com os votos dos outros santistas, os onze iniciais de todos os tempos ficou assim: Rodolfo Rodríguez, Carlos Alberto Torres, Mauro Ramos, Alex e Léo; Zito e Clodoaldo; Pelé, Pepe, Neymar e Coutinho. Técnico: Lula. Entre os votantes estavam Fábio Sormani, Milton Neves, Robert e Pepe.

Cria das categorias de base do clube, Pelé estabeleceu feitos quase impossíveis de serem alcançados: 1091 gols marcados em 1116 jogos disputados e 26 títulos conquistados, dentre os quais duas Copas Libertadores e dois Intercontinentais.

Pelé é o maior artilheiro da história do Santos:

  1. Pelé: 1091 gols
  2. Pepe: 403 gols
  3. Coutinho: 368 gols
  4. Toninho Guerreiro: 279 gols
  5. Feitiço: 214 gols
  6. Dorval: 194 gols
  7. Araken Patusca: 184 gols
  8. Edu: 184 gols
  9. Pagão: 157 gols
  10. Tite: 151 gols
Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.