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Corinthians quebra a cara e não tem um mísero tostão

Que a situação financeira do Corinthians não é das melhores há anos, isso não é nenhuma novidade. Mas, pelo visto, o cenário do lado…

Corinthians quebra a cara e não tem um mísero tostão

Créditos: Fernando Bueno / Corinthians

Que a situação financeira do Corinthians não é das melhores há anos, isso não é nenhuma novidade. Mas, pelo visto, o cenário do lado alvinegro do Dérbi é ainda pior do que se imaginava. Isso porque, de acordo com o presidente interino do clube, o rival do Palmeiras se encontra sem um mísero tostão.

Em sua primeira entrevista como interino, Osmar Stábile afirmou que não tem dinheiro em caixa para pagar as contas. Esse é o panorama em que a gestão de Augusto Melo deixou a instituição antes de ser afastado – Augusto teve o impeachment aprovado pelo Conselho Deliberativo e terá o futuro definido em até 60 dias.

“Primeiro a gente começa pela questão financeira, o jurídico e a administração. Terra arrasada é porque temos que pagar alguma coisa e não tem dinheiro. Onde está o dinheiro? Não tem. Temos que correr atrás para conseguir”, disse Stábile.

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Osmar era um dos vice-presidentes e ficará no comando até que a assembleia de sócios corintiana defina o caso de Augusto Melo. Ainda segundo o dirigente, os vices foram afastados pela antiga gestão e impedidos de acompanhar a situação da agremiação. Por isso, não estavam a par da crise financeira.

Cenário pode piorar ainda mais para o Corinthians

Em queda livre, o rival do Verdão tem parcelas do Profut, programa do Governo Federal de regularização de dívidas, em atraso. Uma outra, de R$ 3 milhões, está para vencer e o clube simplesmente não tem como pagar.

Ou seja, o Alvinegro do Parque São Jorge está por um milagre. Algo que não era muito difícil de se imaginar a respeito de um clube que ultrapassa R$ 2 bilhões em dívidas.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.