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Corinthians perde a paciência e decide mandar 2 jogadores embora

O Corinthians ainda tem compromissos a cumprir pela Copa do Brasil antes de encerrar de vez o calendário de 2025. Mesmo assim, já começa…

Corinthians perde a paciência e decide mandar 2 jogadores embora

Créditos: Gustavo Vasco / Corinthians

O Corinthians ainda tem compromissos a cumprir pela Copa do Brasil antes de encerrar de vez o calendário de 2025. Mesmo assim, já começa a olhar com atenção para o planejamento da próxima temporada, especialmente para a redução de custos.

Visando enxugar a folha, o clube dispensará Talles Magno e Ángel Romero. Emprestado pelo New York City FC, Talles não terá o vínculo renovado ou comprado em definitivo. Romero, por sua vez, não terá o contrato ampliado – o acordo se encerra em dezembro.

O time alvinegro até chegou a cogitar uma extensão do empréstimo de Talles no passado, mas essa possibilidade foi descartada à medida em que foi perdendo espaço. Cenário semelhante ao de Romero, que tem idade avançada e não tem entregado tanto.

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Além das situações dos atacantes, a equipe tem outras questões a resolver, como a permanência de Maycon e a renovação de Fabrizio Angileri. Têm também os retornos de empréstimos de Fagner e Pedro Raul, que possuem altos salários.

Corinthians fechará 2025 no vermelho

As movimentações para enxugar a folha salarial não são por acaso. O clube tem uma dívida que se aproxima dos R$ 3 bilhões e, neste momento, não tem perspectiva de melhora.

Para se ter uma ideia, o Alvinegro espera fechar as contas da temporada com déficit de R$ 272 milhões. Seria o pior resultado em mais de 100 anos de história da instituição.

Um cenário que, mais do que nunca, liga um alerta no rival do Palmeiras para o ano em que vai entrar em vigor o Fair Play Financeiro.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.