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Confirmada informação sobre a venda do Palmeiras em 2023

Diante do movimento dos times do futebol brasileiro em direção a SAF, o Palmeiras se coloca como uma força seguindo pelo caminho oposto. Recentemente,…

Confirmada informação sobre a venda do Palmeiras em 2023

Foto: Reprodução.

Diante do movimento dos times do futebol brasileiro em direção a SAF, o Palmeiras se coloca como uma força seguindo pelo caminho oposto. Recentemente, a presidente Leila Pereira se mostrou contrária a transformação da instituição, mesma posição da maioria dos sócios do clube.

Segundo informação do Lance!, em conversas nos bastidores do Verdão fica claro que esse assunto não é uma pauta do momento. Não existem debates relevantes quanto a possibilidade do clube deixar de ser uma associação sem fins lucrativos para ser uma empresa.

O pensamento geral vai de encontro com o que pensa a mandatária, que, pela grandeza da instituição, a capacidade de arrecadação, precisa apenas de uma gestão correta para seguir saudável.

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Há também uma ideia de observar esse movimento que ainda está no começo no Brasil. Equipes tradicionais como Botafogo, Vasco, Cruzeiro, entre outras, optaram pelo modelo e estão no começo de suas novas administrações.

Em suma, o Alviverde não tem planos para se tornar uma SAF a curto prazo e quer entender melhor o processo vivido por outros clubes para, quem sabe, mudar de posição no futuro. Afinal, a “SAFização” não é garantia nenhuma de sucesso.

Leila Pereira falou sobre o Palmeiras virar SAF

Em entrevista recente a Rádio 365, a mandatária palestrina se mostrou contrária a ideia de vender o clube. Segundo ela, a transformação em empresa não significa necessariamente um avanço e o Alviverde faz o que é preciso: é administrado de forma responsável. 

“O Palmeiras é administrado de forma profissional, por isso sou contra a transformação em empresa. Você não precisa transformar em empresa, é só administrar de forma profissional. As pessoas acham que transformar o clube em empresa é a solução de todos os problemas, mas as empresas também quebram, e como quebram”, afirmou.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.