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Com salário de 3 milhões de euros/ano, Di María desembarcou para jogar no Brasil

Um dos maiores nomes do futebol mundial, Ángel Di María desembarcou em território brasileiro para jogar ganhando 3 milhões de euros por ano. Esse…

Com salário de 3 milhões de euros/ano, Di María desembarcou para jogar no Brasil

Créditos: Instagram/Di María

Um dos maiores nomes do futebol mundial, Ángel Di María desembarcou em território brasileiro para jogar ganhando 3 milhões de euros por ano. Esse era o salário que o astro argentino faturava no Real Madrid quando veio disputar a Copa do Mundo de 2014.

Dois anos antes de vir com a Seleção Argentina jogar o Mundial, o meia-atacante renovou vínculo com a equipe espanhola até a temporada 2017/2018. De acordo com informação do jornal As, clube e jogador acertaram vencimentos de € 3 milhões (R$ 8 milhões, na época).

Quantia que hoje pode parecer modesta, mas que condizia com o padrão do futebol de então, ainda não tão supervalorizado. Em campo, Fideo foi um dos destaques da campanha do selecionado albiceleste em solo verde e amarelo. Os ‘hermanos’ só não fizeram história no Maracanã porque pararam na Argentina.

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Por conta de uma lesão, Di María não pôde disputar a final. Foi uma decisão equilibrada, com chances para as duas seleções. Mais eficientes, os alemães marcaram o único gol do jogo na prorrogação, com Mario Gotze, e, assim, conquistaram o tetracampeonato do mundo no Brasil.

Di Maria colocou Rosario Central na Libertadores

De volta ao futebol argentino para defender o clube que o revelou para o futebol, Ángel fez história. Aos 37 anos de idade, o meia classificou o Rosario Central para a fase de grupos da Copa Libertadores da América de 2026.

Um feito que, segundo o torcedor apaixonado dos Canallas, o fez se sentir como uma criança novamente.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.