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Clube da Série D vai mal e ex-Palmeiras deixa o time em maus bocados

Ex-Palmeiras, Omar Feitosa deixou o comando do Paraná após a eliminação do time nas oitavas de final do Brasileirão Série D. O treinador e…

Clube da Série D vai mal e ex-Palmeiras deixa o time em maus bocados

Omar Feitosa trabalhou em funções diferentes no Palmeiras. Foto: Cesar Greco.

Ex-Palmeiras, Omar Feitosa deixou o comando do Paraná após a eliminação do time nas oitavas de final do Brasileirão Série D. O treinador e clube chegaram a um acordo para o encerramento do vínculo entre ambos.

Além de Feitosa, os auxiliares Dino e Rodrigo Pozzi, o analista de desempenho Douglas Leite, o preparador físico Ademir Ferreira, o preparador de goleiros Cassius Hartmann e o fisioterapeuta Maurício Mandim também foram desligados da equipe.

Passando por uma grave crise em sua história, o Paraná ficará por volta de oito meses sem disputar uma competição oficial, o que acabou pesando na decisão de interromper o trabalho de Omar e de sua comissão técnica.

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Em sua segunda experiência na função, o treinador esteve à frente do banco de reservas do time paranaense em 18 partidas. Anteriormente, ele havia trabalhado no Brasília, em 2015.

Omar Feitosa pelo Palmeiras

Falar de Feitosa como treinador pode ser uma surpresa para o palmeirense que se acostumou com ele exercendo cargos diferentes no clube, mas nunca no comando do time.

Na Academia de Futebol, foi preparador físico entre 2007 e 2010. Depois, entre 2013 e 2014, foi gerente de futebol. Em 2016, retornou para ser novamente preparador físico e desde então, passou a fazer parte da equipe fixa do clube.

Após a chegada de Mano Menezes, em 2019, e de um novo preparador, Omar tornou-se coordenador científico. E, com a demissão de Mano, no mesmo ano, voltou a ser o preparador físico.

Em dezembro de 2019, em meio a uma reformulação, o Verdão anunciou o desligamento dele.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.