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Clube inglês pode fazer compra casada e pagar 332 milhões ao Palmeiras

O Arsenal, da Inglaterra, é um dos vários clubes que estão de olho nos talentos revelados nas categorias de base do Palmeiras. Os ‘Gunners’,…

Clube inglês pode fazer compra casada e pagar 332 milhões ao Palmeiras

Foto: Cesar Greco.

O Arsenal, da Inglaterra, é um dos vários clubes que estão de olho nos talentos revelados nas categorias de base do Palmeiras. Os ‘Gunners’, que demonstraram interesse em Danilo, na última janela de transferências, também sonham em contar com o garoto Endrick.

Para ter ambos os atletas, porém, o time londrino precisaria desembolsar um alto valor: cerca de 332 milhões de reais para adquirir os dois prospectos.

Um dos destaques do Verdão na temporada, o volante está avaliado em 25 milhões de euros, quantia que na cotação atual corresponde a aproximadamente R$ 128 milhões. Aos 21 anos, ele é o jogador mais caro do futebol brasileiro.

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Já o atacante, desejado por diversas equipes da primeira prateleira do continente europeu, não deve ser negociado pela diretoria alviverde por menos 40 milhões de euros no Endrick (R$ 204 milhões).

O Palestra compreende o potencial que tem em mãos e, por isso, não aceitará vender os jogadores pela primeira oferta que chegar. Muito pelo contrário, aliás. O clube sabe dos ativos que possui e a importância deles dentro de campo para a equipe de Abel Ferreira. 

Palmeiras tem condição para vender jogadores

A presidente Leila Pereira admitiu que alguns atletas devem ser negociados na próxima temporada. Mas, para isso acontecer, será necessário primeiro a aprovação de Abel Ferreira.

“Para vender, preciso falar com o técnico. Jamais vou prejudicar o esquema que o Abel tem em mente para cobrir problemas de caixa. Tenho de conversar com ele antes de negociar qualquer jogador, precisa estar alinhado. Nossa prioridade é a conquista de títulos”, declarou Leila ao ‘ge’.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.