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Clube de cidade que nem existe ainda chega a primeira divisão

Time de cidade futurista conquistou o acesso e vai debutar na primeira divisão do futebol nacional na próxima temporada. O Neom SC, que representa…

Clube de cidade que nem existe ainda chega a primeira divisão

Créditos: Freepik

Time de cidade futurista conquistou o acesso e vai debutar na primeira divisão do futebol nacional na próxima temporada. O Neom SC, que representa uma cidade que ainda não saiu do papel, garantiu seu lugar na elite saudita na última terça-feira (22), ao derrotar o Al-Arabi por 3 a 0.

Fundado em 1965, como Al-Suqoor, o Neom foi transformado em empresa pelo governo local em 2023 e passou a carregar o nome da companhia que o controla. Empresa essa que é responsável pela construção de Neom, uma cidade futurista de 500 bilhões de dólares que será construída até 2030.

O projeto consiste na construção de uma cidade linear, com 170 quilômetros de comprimento, sem carros e estradas. O local está entre as sedes escolhidas pela Arábia Saudita para a Copa do Mundo de 2034, que será realizada no país.

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Enquanto sua futura casa não fica pronta, a equipe saudita joga na cidade de Tabuk. E é lá que viverá a experiência de jogar a primeira divisão nacional pela primeira vez na temporada que vem, enfrentando estrelas como Cristiano Ronaldo e Karim Benzema.

Clube saudita conta com brasileiros no elenco

Quem treina o Neom é Péricles Chamusca, treinador com passagens por Vitória, Sport, Botafogo, Coritiba e outras tantas agremiações brasileiras. Além dele, o meia-atacante Carlos Júnior, cria da base do Atlético-MG, está no plantel.

Outro jogador que fez parte do elenco do clube saudita foi Romarinho, ex-Corinthians, que teve uma breve passagem no início da temporada. Hoje, o atacante está no Al-Rayyan, do Catar.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.