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Chiclete amado de Ancelotti é vendido por menos de R$ 10

O chiclete é uma marca registrada de Carlo Ancelotti. Inclusive, muitos amantes do futebol, quando pensam no nome do treinador, imaginam logo a goma…

Chiclete amado de Ancelotti é vendido por menos de R$ 10

Créditos: Instagram/Ancelotti

O chiclete é uma marca registrada de Carlo Ancelotti. Inclusive, muitos amantes do futebol, quando pensam no nome do treinador, imaginam logo a goma de mascar ao invés dos feitos esportivos. E o mais curioso é que o italiano tem preferência por uma marca bastante conhecida e que pode ser encontrada por menos de R$ 10 no Brasil.

Carletto frequentemente é visto à beira do gramado com um pote de Mentos na mão, trocando a todo o momento o chiclete na boca. Por aqui, o produto é facilmente encontrado nas mais variadas lojas. Um pote com 28 unidades, por exemplo, pode ser adquirido na internet por cerca de R$ 10.

Vencedor por onde passou, o atual comandante da Seleção Brasileira usa a goma de mascar para controlar a ansiedade. Antigamente, quando o cigarro era permitido, ele costumava fumar para aliviar a tensão durante as partidas. Com a proibição imposta pela Fifa, o cigarro deu lugar ao chiclete na boca do técnico.

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Durante a estreia do treinador à frente do time canarinho, foi feita uma contagem de quantos chicletes ele mascou ao longo dos 90 minutos. Ao todo, Carletto mascou nove chicletes no decorrer do empate sem gols com o Equador, em duelo válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

CBF quer manter Ancelotti no cargo

Encantada com o trabalho do multicampeão, a CBF quer mantê-lo no cargo por mais tempo após a Copa de 2026. A ideia é tê-lo à frente do selecionado canarinho no próximo ciclo.

O desejo da entidade máxima do esporte bretão nacional, aliás, é acertar isso antes mesmo do Mundial. O atual contrato do italiano é válido até o torneio.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.