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Ceará quer quebrar recorde contra o Palmeiras

Ceará e Palmeiras se enfrentam nesta quarta-feira (30), às 19h30 (de Brasília), na Arena Castelão, pela partida de ida da terceira fase da Copa…

Ceará quer quebrar recorde contra o Palmeiras

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

Ceará e Palmeiras se enfrentam nesta quarta-feira (30), às 19h30 (de Brasília), na Arena Castelão, pela partida de ida da terceira fase da Copa do Brasil. Jogando diante do Verdão, com a força de sua torcida, o time alvinegro tenta estabelecer um novo recorde no estado.

Os donos da casa estão há 25 jogos sem derrota atuando em território cearense, uma marca que dura desde agosto de 2024. Em caso de vitória ou empate contra o Palestra, a equipe estabelecerá um novo recorde histórico neste século. Além, é claro, de se manter viva para o duelo de volta da eliminatória.

De agosto do ano passado para cá, o time cearense soma 21 vitórias e quatro empates, sendo o último deles com o São Paulo, no fim de semana, pelo Brasileirão. Anteriormente, a outra série invicta foi estabelecida entre setembro de 2010 e março de 2011 – mais de uma década depois, o clube volta a repetir o feito e pode superá-lo.

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Após o pontapé inicial do confronto, as equipes voltam a se enfrentar no dia 22 de maio, uma quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), no Allianz Parque. Avança quem levar a melhor no placar agregado e em caso de empate a decisão será nos pênaltis.

Ceará e Palmeiras voltam a se enfrentar na Copa do Brasil

Adversários na atual edição do torneio nacional, os times estiveram frente a frente em 2020, nas quartas de final. O Verde ganhou por 3 a 0 jogando em São Paulo, enquanto na volta, na capital cearense, o marcador terminou empatado em 2 a 2.

Os comandados de Abel Ferreira seguiram na disputa, passaram pelo América-MG, e na grande decisão bateram o Grêmio para ficar com a taça.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.