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CBF tirou título do Palmeiras na Libertadores de 74 e impediu que craques jogasse

Em 2023, o Palmeiras busca o tetracampeonato da Libertadores da América para se tornar o clube brasileiro com o maior número de títulos na…

CBF tirou título do Palmeiras na Libertadores de 74 e impediu que craques jogasse

Foto: Marcelo Cortes.

Em 2023, o Palmeiras busca o tetracampeonato da Libertadores da América para se tornar o clube brasileiro com o maior número de títulos na competição. Se não fosse pela Conferação Brasileira de Futebol (CBF), porém, o Verdão já poderia ter quatro conquistas e agora estaria iniciando a caminhada rumo ao penta.

O Alviverde contava com um verdadeiro esquadrão em 1974, época da Segunda Academia, e era uma das principais forças presentes na disputa do maior torneio do futebol sul-americano. Contudo, alguns fatores impediram que os comandados do lendário técnico Oswaldo Brandão tivessem mais sucesso naquela temporada.

O primeiro deles foi a disputa simultanea de Liberta e Campeonato Brasileiro, algo que por si só já é relevante. Porém, a questão maior foi a convocação de alguns dos principais jogadores do time para defender a Seleção Basileira na Copa do Mundo da Alemanha.

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Leão, Luís Pereira, Alfredo Mostarda, Ademir da Guia, Leivinha e César, base daquela equipe que considerada uma das mais importantes da história do clube e do futebol brasileiro, foram chamados para vestir a amarelinha, desfalcando o Palestra na no torneio continental.

Palmeiras fez campanha fraca na Liberta por conta da CBF

Bicampeão brasileiro em 1972/73, o Verdão foi apenas figurante na Libertadores de 74 e caiu precocenmente na fase de grupos na chave que contava com São Paulo, Jorge Wilsterman e Deportivo Municipal.

Sem suas grandes estrelas, o clube venceu apenas três partidas e saiu derrotado nas outras três. Foram somente sete bolas na rede e cinco gols sofridos.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.