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CBF negocia com parça de Galvão Bueno para ajudar Ancelotti na Seleção Brasileira

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) trabalha nos bastidores para colocar uma lenda do futebol brasileiro à disposição de Carlo Ancelotti na Seleção. Trata-se…

CBF negocia com parça de Galvão Bueno para ajudar Ancelotti na Seleção Brasileira

Créditos: @rafaelribeirorio l CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) trabalha nos bastidores para colocar uma lenda do futebol brasileiro à disposição de Carlo Ancelotti na Seleção. Trata-se de Paulo Roberto Falcão, que pode passar a integrar a comissão técnica do treinador italiano em breve.

Quem revelou a novidade foi Galvão Bueno, durante o programa Galvão e Amigos, da Bandeirantes. Segundo o apresentador, o ex-jogador, um dos símbolos do selecionado canarinho de 82, foi indicado para compor o estafe de Carletto neste início de trabalho à frente do time verde e amarelo.

Seria uma solicitação do próprio técnico a presença de uma figura identificada com a Seleção para auxiliá-lo no dia a dia. Galvão lamentou a possibilidade de perder o amigo e um dos comentaristas de seu programa, mas também afirmou que gostaria de vê-lo ao lado do novo comandante canarinho.

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“Sentirei muita falta do meu amigo Paulo Roberto Falcão, com quem trabalhei por 15 anos como comentarista e somos amigos desde a década de 70. Sentirei perdê-lo aqui, mas gostaria que ele estivesse com o Ancelotti”, disse o narrador.

Ancelotti e Falcão jogaram juntos na Roma

Além da relação de Falcão com a Seleção, o que pesa a favor de sua presença ao lado de Carletto é o fato de ambos terem jogado juntos na Roma. Os dois meio-campistas dividiram o vestiário da agremiação da capital italiana entre 1980 e 1985.

Durante esse período, conquistaram os títulos do Campeonato Italiano de 1982/1983 e das Copas da Itália de 1980/1981 e 1983/1984.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.