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CBF não quer saber e reconhecerá 11º título do Palmeiras

O Palmeiras está sobrando no Brasileirão e deve garantir de forma antecipada o seu 11º título da competição nacional. Para a tristeza dos rivais,…

CBF não quer saber e reconhecerá 11º título do Palmeiras

Foto: Lucas Figueiredo/CBF.

O Palmeiras está sobrando no Brasileirão e deve garantir de forma antecipada o seu 11º título da competição nacional. Para a tristeza dos rivais, é justamente assim que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deve tratar a conquista do Verdão, ou então, a entidade entrará em contradição.

Em 2018, após o Alviverde erguer o troféu do decacampeonato, a CBF postou o seguinte em seu perfil oficial nas redes sociais: “Taça entregue ao Palmeiras! 10 vezes campeão brasileiro. Parabéns pela conquista do Brasileirão 2018”.

Dessa forma, a entidade deve parabenizar o Maior Campeão do Brasil pelo hendeca que está próximo de ser garantido matematicamente.

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Líder com 74 pontos, o Palmeiras pode, inclusive, ser campeão nesta quarta-feira (26), mesmo sem entrar em campo. Para isso, conta com a derrota do Inter, segundo colocado, diante do Ceará, e de um empate do Corinthians, 4º com dois jogos a menos, contra o Fluminense.

Palmeiras não comemora o título antes de garantido

Mantendo o lema “jogo a jogo”, Abel Ferreira não quer depender dos rivais para garantir a taça da liga nacional. O discurso do treinador não é muito diferente do que pensa a torcida, principalmente os palestrinos que vivenciaram os piores anos da história do clube no passado recente.

“Aconteceu o que aconteceu hoje e daremos dois dias de folga para nossos jogadores, o que depende de nós falta uma vitória. Temos uma missão a cumprir, amanhã que joguem e que se forem melhores que ganhem, o que nós controlamos é o jogo seguinte. E podemos dar esse passo que ainda falta”, declarou o português.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.