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CBF não quer saber e provoca rivais do Palmeiras

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está bem empolgada com o desempenho de seus representantes no Super Mundial de Clubes. Aproveitando o avanço dos…

CBF não quer saber e provoca rivais do Palmeiras

Créditos: Divulgação/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está bem empolgada com o desempenho de seus representantes no Super Mundial de Clubes. Aproveitando o avanço dos times nacionais para o mata-mata do torneio da Fifa, a entidade máxima divulgou um vídeo um tanto quanto provocativo aos rivais.

No registro, a confederação ressalta o passado vitorioso e a tradição do futebol canarinho, que foram esquecidos com o tempo. Além, é claro, de destacar o presente dos clubes simbolizado nas campanhas de Palmeiras, Botafogo, Flamengo e Fluminense, que passaram da fase de grupos e estão nas oitavas de final.

Antes de embarcar rumo aos Estados Unidos, os brasileiros foram dados como azarões. E não só pelos europeus, que não estão muito interessados no que acontece nos gramados de outras regiões do planeta. Mas também por muitos brasileiros, especialmente os rivais, que não botavam fé na capacidade do quarteto.

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Nas oitavas, Verdão e Botafogo se enfrentam, o que significa que ao menos um brasileiro está garantido nas quartas de final. O Rubro-Negro, por sua vez, enfrenta o Bayern de Munique. Já o Tricolor das Laranjeiras encara a Inter de Milão.

CBF está empolgada com o Super Mundial

Além do vídeo, um outro exemplo da animação da entidade nacional em relação a Copa do Mundo de Clubes é a vontade de sediar a próxima edição. Segundo o presidente Samir Xaud, o desejo foi manifestado diretamente a Gianni Infantino, mandatário da Fifa.

O desempenho dos times e a grande repercussão do certame motivam a candidatura, por assim dizer, do país para 2029. Mas, assim como o Brasil, outras nações também já começaram a se movimentar nesse sentido e a briga deve ser boa para sediar o Mundial.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.