A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não irá disponibilizar os áudios do VAR do clássico entre São Paulo e Palmeiras. O jogo disputado no Morumbi, no domingo (5), válido pela 27ª rodada do Brasileirão, foi marcado por polêmicas de arbitragem.
Apesar de toda a repercussão dos lances polêmicos, o que foi falado entre o juiz de campo e a cabine de vídeo não será divulgado. Isso porque o protocolo prevê apenas a divulgação de jogadas que foram revisadas no monitor. Como não foi o caso no Choque-Rei, os áudios não virão à tona nesta segunda-feira (6).
De todo modo, a entidade máxima do esporte bretão nacional já tomou uma medida em relação a arbitragem do clássico. Ramon Abatti Abel, responsável pelo apito, e Ilbert Estevam da Silva, condutor do VAR, foram afastados e vão passar por período de aprimoramento e avaliação interna.
Em conversa com o presidente do SP, Julio Casares, o mandatário da confederação, Samir Xaud, e o coordenador-geral da arbitragem, Rodrigo Cintra, admitiram falhas dos profissionais nos lances reclamados pela equipe, os quais se destacam o pênalti de Allan em Tapia e a não expulsão de Andreas Pereira.
CBF é pressionada após fim da 27ª rodada
Além dos árbitros do Choque-Rei, também foram afastados os profissionais do campo e do VAR de Red Bull Bragantino x Grêmio. Assim como o clássico paulista, o jogo foi marcado por decisões polêmicas e muita reclamação por parte da agremiação gaúcha.
Em meio as questões envolvendo arbitragem na 27ª rodada, a confederação se vê pressionada neste sentido para a sequência da temporada de 2025.



