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CBF definiu e Copa do Brasil vai ser disputada em partida única

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu que a Copa do Brasil Feminina será disputada em partida única. Diferentemente do que acontece no masculino,…

CBF definiu e Copa do Brasil vai ser disputada em partida única

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu que a Copa do Brasil Feminina será disputada em partida única. Diferentemente do que acontece no masculino, cujo formato é de ida e volta, o torneio na modalidade feminina terá apenas um jogo durante todo o mata-mata.

O mesmo se aplica a final, que será realizada em campo neutro ainda a ser nomeado pela entidade máxima do esporte bretão nacional. Em caso de empate no tempo regulamentar, a classificação nos confrontos diretos será decidida nas penalidades máximas.

Com as oitavas de final já disputadas, os oito participantes restantes aguardam a divulgação dos detalhes da próxima etapa. Parte integrante do calendário masculino há décadas, a CB passa a fazer parte da agenda feminina de forma definitiva após ser descontinuada nove anos atrás.

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A última edição realizada foi a de 2016. Na oportunidade, o Audax/Corinthians sagrou-se campeão ao bater o São José-SP pelo placar agregado de 5 a 3. Agora, o certame volta a ter o foco dos principais clubes do nosso futebol.

Paulistas dominam a Copa do Brasil Feminina

O futebol paulista nada de braçada na CB Feminina. Das dez edições do torneio realizadas de 2005 a 2016, seis foram conquistadas por agremiações do estado de São Paulo.

São José e Santos, com dois títulos cada, são os maiores campeões. Ferroviária, Saad e Audax/Corinthians completam a galeria de troféus paulistas com um troféu cada. As outras quatro edições tiveram Foz Cataratas (Paraná), Kindermann (Santa Catarina) e Duque de Caxias (Rio de Janeiro) como vencedores.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.