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CBD agiu nos bastidores e o Palmeiras se tornou campeão mundial

A Confederação Brasileira de Desportos (CBD) agiu nos bastidores para que o Palmeiras pudesse se tornar campeão mundial. Isso porque a precursora da CBF…

CBD agiu nos bastidores e o Palmeiras se tornou campeão mundial

Créditos: Divulgação/Palmeiras

A Confederação Brasileira de Desportos (CBD) agiu nos bastidores para que o Palmeiras pudesse se tornar campeão mundial. Isso porque a precursora da CBF foi a responsável por organizar e realizar a Copa Rio de 1951, o primeiro campeonato mundial de clubes do esporte bretão.

Um ano antes, em 1950, o Brasil viveu um dos capítulos futebolísticos mais trágicos de sua história, o Maracanazo. Para levantar o ânimo dos torcedores e não deixar a paixão pela modalidade arrefecer no território nacional, a CBD, então, decidiu criar a competição.

Foram convidados oito clubes de diferentes países para participar da disputa. Os times foram dispostos em dois grupos: o primeiro, composto por Vasco da Gama, Áustria Viena, Nacional (Uruguai) e Sporting (Portugal), já o segundo, composto por Palmeiras, Juventus (Itália), Nice (França) e Estrela Vermelha (Sérvia).

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Os dois melhores de cada chave avançaram para as semifinais. Com uma vitória e um empate, o Verdão passou pelo Vasco. Na final, com mais um triunfo e um resultado de igualdade, o Palestra bateu a Juventus e sagrou-se campeão do mundo.

CBD teve a chancela da Fifa

Embora o torneio não tenha sido organizado pela entidade máxima do futebol, a Confederação Brasileira de Desportos contou com a chancela da federação para colocar em prática o campeonato

A Fifa chegou a reconhecer a conquista do Verde em 2014, na 31ª Reunião do Comitê Executivo, realizada devido a Copa do Mundo. Entretanto, a entidade não reconhece oficialmente o título e considera apenas o Intercontinental e o Mundial de Clubes.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.