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Carlo Ancelotti está no comando da Seleção há pouco tempo, mas já impõe respeito

Contratado em maio, Carlo Ancelotti tem alguns meses de trabalho à frente da Seleção Brasileira. Apesar do pouco tempo de atividade, a presença do…

Carlo Ancelotti está no comando da Seleção há pouco tempo, mas já impõe respeito

Créditos: @rafaelribeirorio / CBF

Contratado em maio, Carlo Ancelotti tem alguns meses de trabalho à frente da Seleção Brasileira. Apesar do pouco tempo de atividade, a presença do treinador fala por si só e já é o suficiente para impor respeito perante aos adversários.

Quem disse isso foi Rodrygo, que foi treinado pelo italiano no Real Madrid e viveu o melhor momento da carreira sob seu comando. Segundo o meia-atacante, ter o multicampeão no banco de reservas é diferente. Os rivais olham e respeitam mais do que se fosse qualquer outro profissional no cargo.

“Quando você está em campo, olha para fora e vê o Ancelotti, tem um peso diferente. Até para os adversários, a pessoa respeita um pouco mais, passa uma credibilidade maior. Eu vou sempre rasgar elogios, é um cara que me fez crescer”, disse o jogador do Real.

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Até aqui, Carletto soma quatro jogos com o selecionado canarinho: duas vitórias, um empate e uma derrota. Agora na Data Fifa de outubro, fará dois amistosos. Um contra a Coreia do Sul, nesta sexta-feira (10), em Seul, e outro contra o Japão, na terça (14), em Tóquio.

Carlo Ancelotti esboça time com volta de Rodrygo

Durante o treinamento desta quinta (9), Ancelotti deu uma amostra da equipe que poderá mandar a campo amanhã para enfrentar a Coreia. Com a volta de Rodrygo, o técnico montou um quarteto com ele, Vini Jr, Estêvão e Matheus Cunha.

Uma provável escalação do Brasil tem: Bento, Vitinho, Éder Militão, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães; Estêvão, Matheus Cunha, Vini Júnior e Rodrygo.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.