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Campeão do Mundo escolhe Abel Ferreira como técnico da Seleção Brasileira 

Jogador campeão do Mundo com a Seleção Brasileira em 2002 gostaria de ver Abel Ferreira à frente do time canarinho. Em entrevista à CazéTV,…

Campeão do Mundo escolhe Abel Ferreira como técnico da Seleção Brasileira 

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

Jogador campeão do Mundo com a Seleção Brasileira em 2002 gostaria de ver Abel Ferreira à frente do time canarinho. Em entrevista à CazéTV, Edmilson elogiou o trabalho do treinador no Palmeiras e afirmou que se a escolha passa por um estrangeiro, o português é quem deveria ser contratado.

“Se fosse para trazer um estrangeiro, para mim seria o Abel Ferreira. Assumiu o Palmeiras com pouca experiência, fez jogadores normais jogarem [bem]. Conhece o mercado do futebol brasileiro, conhece a imprensa. É um cara em quem a gente deveria apostar”, disse.

Para o ex-Verdão, Carlo Ancelotti tem experiência de sobra pela vivência que tem no futebol, como jogador e técnico. Contudo, o italiano não tem conhecimento de como funcionam as coisas por aqui. Enquanto o outro candidato, Jorge Jesus, tem o ano de 2019, à frente do Flamengo, como amostra.

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“O Ancelotti jogou bola, conhece dentro e fora de campo. E o Jesus eu conheço pouco, conheci o trabalho dele no Flamengo“, acrescentou o ex-volante, titular e peça importante na campanha do pentacampeonato do Brasil.

Abel Ferreira está entre os candidatos da CBF

A procura pelo substituto de Dorival Júnior continua. Na lista da CBF constam neste momento, principalmente, os nomes de Ancelotti e Abel. O italiano é o grande sonho de Ednaldo Rodrigues, enquanto o comandante palestrino corre por fora.

Antes colocado como segunda opção, JJ perdeu força. Segundo o jornalista Lauro Jardim, muito por conta de uma conversa do pai de Neymar com Ednaldo, que teria selado o veto ao lusitano na Seleção Brasileira.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.