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Botafogo vacila e Palmeiras pode dar chapéu do século por parceiro de Suárez

O Botafogo dormiu no ponto e pode ver o Palmeiras aplicar o famoso “chapéu” por antigo companheiro de Luis Suárez. O jogador em questão…

Botafogo vacila e Palmeiras pode dar chapéu do século por parceiro de Suárez

Créditos: Instagram/Lionel Messi

O Botafogo dormiu no ponto e pode ver o Palmeiras aplicar o famoso “chapéu” por antigo companheiro de Luis Suárez. O jogador em questão é Bitello, de 25 anos de idade, que despontou no Grêmio e atualmente defende as cores do Dínamo Moscou, da Rússia.

Segundo informação do portal ‘ge’, o prazo para a agremiação da Estrela Solitária concretizar a contratação do volante junto aos russos se encerrou. O time do leste europeu aceitou os 18 milhões de euros (cerca de R$ 113 milhões) colocados na mesa, mas as partes divergiram quanto à parcela de entrada.

O Dínamo Moscou gostaria de receber 10 milhões de euros à vista e o restante de forma parcelada. Os cariocas, no entanto, estavam dispostos a dar uma entrada de apenas 2,5 milhões de euros, o que fez travar o avanço da transferência. Enquanto isso, o Verdão observa a situação.

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De acordo com o jornalista Gustavo Terini, o Palestra estuda a possibilidade de entrar no páreo em caso de desistência da equipe de John Textor. E com uma oferta compatível com os termos colocados pelos russos, o que aumenta as chances de êxito.

Palmeiras quer antigo parceiro de Suárez

Os melhores anos da carreira de Bitello foram em 2022 e 2023. Nas duas temporadas, o meio-campista foi um dos destaques do Grêmio e, não por acaso, despertou o interesse dos mercados nacional e estrangeiro.

Em 2023, o volante jogou ao lado de Luisito no Tricolor Gaúcho. Mesmo com problemas físicos, o uruguaio foi protagonista da campanha do vice-campeonato brasileiro da equipe e fechou a jornada com 29 gols e 17 assistências em 59 jogos.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.