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Bomba: árabes chegam com caminhão de dinheiro e decidem tirar ídolo do Palmeiras

O mercado árabe ataca novamente e agora o alvo é ídolo do Palmeiras. Segundo informação do setorista Diego Firmino, um time do chamado mundo…

Bomba: árabes chegam com caminhão de dinheiro e decidem tirar ídolo do Palmeiras

Foto: Cesar Greco.

O mercado árabe ataca novamente e agora o alvo é ídolo do Palmeiras. Segundo informação do setorista Diego Firmino, um time do chamado mundo árabe, que abrange Arábia Saudita e Catar, virá com tudo nos próximos dias para levar embora o zagueiro Gustavo Gómez.

O capitão palestrino é um dos principais jogadores do atual elenco e recebe um dos maiores salários. Essa, contudo, não seria uma questão para os árabes, uma vez que mais do que nunca estão desembolsando cifras nunca antes vistas para fortalecer suas ligas nacionais.

No caso da Arábia Saudita, por exemplo, a coroa, que é dona das maiores agremiações do país, está utilizando um fundo de investimentos que supera a casa do trilhão de reais para pagar salários exorbitantes para estrelas do futebol mundial. Cristiano Ronaldo, Benzema, Kanté e Roberto Firmino são só alguns dos atletas que já foram atraídos pelo dinheiro.

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Em janeiro, Gómez renovou contrato com o Palestra até o fim de 2026. O xerife afirma que deseja seguir no clube por muito tempo para continuar fazendo história. Da parte da diretoria alviverde, não faz parte dos planos negociar as principais peças do elenco antes do fim da atual temporada.

Palmeiras só tem saídas no mercado da bola até o momento

Uma notícia falando sobre mais uma possível saída não agrada nem um pouco a torcida que canta e vibra, que tem visto no noticiário somente jogadores deixando o clube e nenhum reforço em vista. Giovani e Vinicius Silvestre foram vendidos, enquanto Bruno Tabata e Rafael Navarro foram negociados por empréstimo com opção de compra.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.