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Bolasie pode aceitar salário mínimo para jogar o Super Mundial no Palmeiras

Yannick Bolasie é, sem dúvidas, um dos grandes personagens da edição de 2024 do Campeonato Brasileiro. Em campo e fora das quatro linhas, o…

Bolasie pode aceitar salário mínimo para jogar o Super Mundial no Palmeiras

Créditos: Instagram/Bolasie

Yannick Bolasie é, sem dúvidas, um dos grandes personagens da edição de 2024 do Campeonato Brasileiro. Em campo e fora das quatro linhas, o atacante congolês deu um show e conquistou os torcedores. Apesar disso, seu futuro no Criciúma é incerto e nada está garantido para a próxima temporada.

De acordo com informação do jornalista Enio Biz, o jogador está feliz na agremiação catarinense e gostaria de permanecer. Entretanto, seu contrato é válido apenas até dezembro e as chances de saída são grandes, ainda mais se a equipe cair para a segunda divisão do Brasileirão.

Mesmo se não ficar no Tigre, o atleta deseja continuar no país. Times da primeira divisão, como Vitória e Fluminense, já o procuraram para saber mais a respeito de sua situação para 2025. Hoje, o salário do atacante de 35 anos de idade é R$ 200 mil.

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Nesta temporada, o congolês balançou as redes adversárias oito vezes e deu quatro assistências para os companheiros marcarem em 38 jogos disputados. Ele é um dos destaques da equipe do Heriberto Hulse, que tenta se manter na Série A.

Bolasie poderia reforçar o Palmeiras no Super Mundial

O Verdão está em busca de reforços para a jornada que vem, visando, especialmente, a disputa do Super Mundial. Qualificar o setor ofensivo do elenco do técnico Abel Ferreira é justamente a prioridade do clube no mercado da bola.

Tendo isso em vista, o atacante congolês poderia ser uma opção. Mas, dada a política de contratações da atual gestão, é muito pouco provável que isso aconteça. A atual diretoria dá preferência por jogadores mais jovens e com poder de revenda.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.