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Bernardo Silva não mede palavras sobre o Palmeiras 

O meia-atacante Bernardo Silva, do Manchester City, mostrou ter um bom conhecimento do futebol brasileiro. Questionado a respeito do desempenho dos times daqui no…

Bernardo Silva não mede palavras sobre o Palmeiras 

Créditos: Instagram/Bernardo Silva

O meia-atacante Bernardo Silva, do Manchester City, mostrou ter um bom conhecimento do futebol brasileiro. Questionado a respeito do desempenho dos times daqui no Super Mundial, o português enalteceu a capacidade técnica das equipes verde e amarelas e citou o Palmeiras como um dos protagonistas nos últimos anos.

“As equipes brasileiras, os jogadores, são muito fortes tecnicamente. É sempre muito difícil jogar contra equipes brasileiras. Acho que nos últimos anos o Palmeiras tem sido uma equipe muito competitiva, o Botafogo ganhou a Libertadores ano passado, e esse ano o Flamengo esteja um pouco por cima”, iniciou.

Bernardo vê os representantes brasileiros no Mundial em condições de brigar pelo título com quaisquer adversários, inclusive as potências europeias. E, de sua parte lusitana, o meio-campista destaque do City deseja o melhor para os ‘brazucas’ na competição.

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“Qualquer uma pode sempre brigar com qualquer time, são sempre equipes difíceis de jogar. E nós, como portugueses, falamos o mesmo idioma e desejamos o melhor”, acrescentou o meia do City e da Seleção Portuguesa.

City de Bernardo Silva estreou hoje

Bernardo e companhia estrearam no Super Mundial de Clubes na tarde desta quarta-feira (18). O City enfrentou o Wydad Casablanca, do Marrocos, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.

Os comandados de Pep Guardiola estão no Grupo G e, além do Wydad, têm como adversários o Al-Ain, dos Emirados Árabes Unidos, e a Juventus, da Itália. Os ingleses e os italianos são os favoritos da chave e devem brigar pela primeira posição.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.