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Barca de saídas do Palmeiras não para e mais um se despede

O Palmeiras encaminhou mais uma saída neste início de temporada. O clube irá emprestar o goleiro Zé Henrique ao Famalicão, de Portugal, até o…

Barca de saídas do Palmeiras não para e mais um se despede

Foto: Divulgação.

O Palmeiras encaminhou mais uma saída neste início de temporada. O clube irá emprestar o goleiro Zé Henrique ao Famalicão, de Portugal, até o final deste ano, com opção de compra em definitivo ao final do contrato.

Zé iniciou 2023 treinando junto aos outros arqueiros do Verdão. Contudo, sem perspectivas de colocá-lo para jogar em um futuro próximo, o Alviverde optou pela liberação para que o atleta possa atuar e se desenvolver em outra equipe.

Atualmente, o time de Abel Ferreira conta com Weverton, titular, Marcelo Lomba, reserva imediato, e Vinicius Silvestre, terceira alternativa, para defender a meta palestrina.

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O goleiro é mais um palmeirense a deixar o clube e rumar para terras lusitanas. Mateus Oliveira, no Portimonense, e Pedro Bicalho e Gabriel Silva, ambos no Santa Clara, são todos talentos revelados nas categorias de base que estão emprestados para times portugueses.

Palmeiras só teve saídas em 2023 até o momento

Este começo de temporada do Verdão tem sido marcado pelas baixas no elenco e nenhuma contratação feita até então.

Gustavo Scarpa deixou o clube de graça e foi para o Nottingham Forest, da Inglaterra. Já o lateral-esquerdo Jorge foi emprestado para o Fluminense e o atacante Wesley vendido para o Cruzeiro.

Os reforços deste ano estão por conta dos garotos da base, que foram promovidos para o profissional e estão à disposição de Abel Ferreira.

Não há perspectivas de grandes movimentações sejam feitas na janela por parte do Palestra, apenas uma ou outra aquisição – algo que tem irritado e muito os torcedores, que insistem que o time precisa se reforçar.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.