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Atlético-MG se atrapalha feio, conta chega e dívida milionária é cobrada

Quem vê o Atlético-MG montando times fortes nos últimos anos, contratando estrelas e pagando altos salários, não imagina a imensa dívida que o clube…

Atlético-MG se atrapalha feio, conta chega e dívida milionária é cobrada

Foto: Frederico Ribeiro.

Quem vê o Atlético-MG montando times fortes nos últimos anos, contratando estrelas e pagando altos salários, não imagina a imensa dívida que o clube possui. Com um débito na casa dos R$ 1,6 bilhão, o Galo deve a atletas, empresários e fornecedores de material esportivo, segundo o ge.

Ainda de acordo com a publicação, o Alvinegro mineiro tem mais de 20 processos judiciais de pessoas físicas contra a agremiação, sendo que onze deles têm apenas o time como réu.

Em relação aos jogadores, o clube ainda não quitou parte do 13º salário que deveria ter sido pago em dezembro. Além disso, dois meses de direitos de imagem, que fazem parte dos vencimentos dos atletas, também estão em aberto.

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Por conta de atraso no pagamento, a produção de camisas do Atlético precisou ser paralisada no começo de fevereiro. O não cumprimento de entregas do uniforme gerou uma série de ações judiciais de torcedores contra a instituição. 

Com toda essa conturbação, o Galo vive a expectativa de inaugurar o novo estádio para passar a ter uma fonte de renda maior e pretende também se tornar uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF).

Atlético-MG pode se dar mal em campo

Em meio a todas essas questões financeiras, o Galo tem uma decisão que pode ser determinante para as pretensões do time no ano.

Na quarta-feira, o Alvinegro belo-horizontino recebe o Carabobo, pela segunda partida da segunda rodada da fase preliminar da Libertadores. No duelo de ida, na Venezuela, os times ficaram no empate sem gols. Se perder, o Atlético dá adeus ao torneio sem sequer chegar à fase de grupos.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.